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Viagem 2011 - Primeiro dia
De Muriaé-MG a Extrema-MG
Acordamos por volta das 8 horas arrumamos o restante das coisas tomamos café, um pão de queijo bem maneiro em meio a euforia dos preparativos finais.
Nosso peixe ficou com nossa vizinha, a Sueli que promoteu cuidar bem dele.
Bem, com toda a bagagem no carro.

Ligamos para os nossos pais para informá-los da nossa partida. Saímos as 10 horas com tanque cheio (79,00), 2,51 l, muito gás e expectativas.
O dia tá lindo, ensolarado e 207,00 reais na carteira. A pista esta muito boa, apesar do fluxo de caminhões na Br 116 ser sempre intenso.
A previsão do tempo para hoje é de chuva intensa, mas até agora só algumas nuvens no céu, como vocês podem ver...

Laranjal – 10:38 ao som de um bom blues e rock´n´roll.
Leopoldina 10:57 – o carro está desenvovlendo bem, uma boa revisão sempre é recomendável.
Juiz de fora – 12:20 – Apesar de adorarmos a cidade, apenas passamos por ela e seguimos rumo a Caxambu. A estrada está muito tranqüila, clima bom... e a fome, começa a dar os primeiros sinais, afinal é quase uma hora.

Paramos por volta das 13:30 para almoçarmos em um restaurante muito bom.
O prato tradicional é frango frito, mar, com é feito na hora, decidimos pelo self servece Caxambu... A Serra da Mantiqueira é linda...como é nossa primeira visita ficamos impressionados pela beleza das montanhas e da flora que já se difere da vegetação da Zona da Mata.

Os Eucaliptos deram lugar aos pinheiros. A estrada esta perfeita, muito bem sinalizada, e com pavimentação excelente. Só precisamos tomar cuidado com as curvas, pois, são muitas e acentuadas.
O clima de montanha aplaca o calor, além de podermos ouvir o canto dos passarinhos aqui ou ali, quando estamos mais devagar.

Nos sentimos como modernos bandeirantes a cada km desbravado...os nomes de algumas cidades com liberdade, Orválio, Auirouca, Cruzília e Baependi. E rios como o do peixe, parí, turvo, dos franceses e furnas.
Em Caxambu, tomamos a original água mineral Caxambu, deliciosa. Essa é uma das cidades do Circuito das águas tradicinais pelas termas de águas medicinais.
Agua , muita chuva aqui no sul de Minas. E pelo visto não é de hoje, pois, as vargens parecem rios, casas, plantações, estabelecimentos comercias forma tomados pela água .
Infelizmente, é uma cena triste, mas precisamos divulgar. Vimos pelo caminho inúmeras vendas que são verdadeiras armazéns, pois, vendem de tudo. Desde, o tradicional queijo e doce mineiro até alho, abóbora, tapetes, mel, pimentas e a cachaça local. Devido à chuva não paramos em nenhuma.

São 19:13, chegamos em Extrema, a última cidade de Minas Gerais.

A cidade tem vários atrativos turísticos apesar de não chegar a 30.000 habitantes.

Ela tem uma topografia característica de cidade de montanhas.
Muitos montes, ruas muito íngrimes, mas em compensação é extremamente bem pavimentada.

Porém, a noite nos revelou surpresas, diferente do que imaginávamos a cidade tem um número grande de jovens divididos em muitas tribos que podem ser vistas fazendo performance ou colorindo no adro da praça central.

Optamos pelo lanche que para nossa surpresa é o dobro do que é vendido em nossa região.

Uma delícia!

Descobrimos um bar meio garagem, meio porão.
Com um atendimento de primeira dirigido por um casal muito simpático.

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184 | |
149 | |
141 | |
128 | |
121 | |
111 | |
100 | |
99 | |
94 | |
89 | |
82 | |
63 | |
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60 | |
54 | |
49 | |
49 |
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